Adote uma bailarina: Projeto usa a dança para transformar vida de crianças

Essa foi uma das iniciativas escolhidas pelo Sema de Samambaia para receber recursos advindos de processos de violência doméstica


De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a partir de recursos da Promotoria de Justiça de Samambaia, o Instituto Social Embalando Sonhos (Ises) conseguiu adquirir uniformes para 60 meninas de 4 a 16 anos que participam da oficina de balé promovida pela entidade.



A instituição recebeu, na última sexta-feira (20), a visita de promotores de Justiça e servidores do MPDFT para conhecerem o projeto “Adote uma bailarina”. Essa foi uma das iniciativas escolhidas pelo Setor de Medidas Alternativas (Sema) de Samambaia por meio do projeto “Nós podemos muito mais”, do MPDFT, para receber recursos advindos de processos de violência doméstica.


De acordo com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a partir de recursos da Promotoria de Justiça de Samambaia, o Instituto Social Embalando Sonhos (Ises) conseguiu adquirir uniformes para 60 meninas de 4 a 16 anos que participam da oficina de balé promovida pela entidade.


A instituição recebeu, na última sexta-feira (20), a visita de promotores de Justiça e servidores do MPDFT para conhecerem o projeto “Adote uma bailarina”. Essa foi uma das iniciativas escolhidas pelo Setor de Medidas Alternativas (Sema) de Samambaia por meio do projeto “Nós podemos muito mais”, do MPDFT, para receber recursos advindos de processos de violência doméstica.


“É gratificante ver que o nosso trabalho, além do viés punitivo, tem também um viés social, de fazer com que os mais carentes tenham acesso a práticas esportivas, culturais e de lazer”, destacou a titular da 2ª Promotoria de Justiça Especial Criminal e de Defesa da Mulher em Situação de Violência Doméstica de Samambaia, Camila Britto.


Para Lady Laura Costa, presidente do Ises, o apoio do Ministério Público é fundamental para viabilizar um futuro para as crianças de famílias carentes moradoras de uma região de vulnerabilidade social. “Quando elas vestem um uniforme de balé, deixam de ser uma criança normal, e passam a se identificar com o que elas querem ser, o sonho de um dia ser uma bailarina. Elas têm o exemplo aqui de quem começou como aluna no projeto e hoje é professora”, reforçou. A servidora do Sema Thayane do Amaral complementou: “O MP está alcançando, por meio das medidas alternativas, a parcela mais carente e vulnerável da sociedade”.

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